Mostrando postagens com marcador Pré-mercado. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pré-mercado. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 5 de julho de 2024

Pré-Mercado: dados de emprego nos EUA no radar

Notícias e indicadores que podem influenciar os preços dos ativos nesta sexta-feira, 5 de julho



Bom dia. Estamos na sexta-feira, 5 de julho.


Cenários


Após a pausa do feriado do Dia da Independência, os mercados americanos retomam a atividade nesta sexta-feira (05) à espera dos dados de emprego de junho. Serõ divulgados o nível de criação de empregos não agrícolas (“non-farm payroll”), a taxa de desemprego e a variação do salário médio por hora, além de outros indicadores.


Esses números são particularmente importantes porque outros indicadores divulgados nesta semana mostraram um arrefecimento do mercado de trabalho.


Na quarta-feira (03) o nível de emprego ADP de junho mostrou uma desaceleração. Foram abertas 150 mil vagas líquidas, abaixo das 157 mil de maio e da expectativa de 163 mil.


E também na quarta-feira foi divulgado o número de pedidos iniciais de seguro-desemprego. A divulgação, que ocorre às quintas-feiras, foi antecipada devido ao feriado. E o número superou as projeções, também mostrando um desaquecimento do mercado. Foram protocolados 238 mil pedidos, acima da expectativa de 234 mil. E o número da semana anterior foi revisado para cima, subindo de 233 mil para 234 mil.


Perspectivas


Em suas declarações mais recentes, os diretores do Federal Reserve (FED), o banco central americano, têm reiterado que a trajetória da política monetária nos Estados Unidos vai depender do comportamento da economia. Ou seja, de indicadores como a inflação, o emprego e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). Se o “non-farm payroll” vier em linha com os demais indicadores da semana e confirmar uma desaceleração do nível de emprego, isso será um argumento robusto a favor da redução dos Fed Funds.


Indicadores


- Brasil

Sem indicadores relevantes


- Estados Unidos

Emprego não-agrícola (Jun)

Esperado: 191 mil

Anterior: 272 mil


Taxa de desemprego (Jun)

Esperado: 4,0%

Anterior: 4,0%


Salário médio por hora (12m)

Esperado: 3,9%

Anterior: 4,1%

[Continuar lendo...]

quinta-feira, 4 de julho de 2024

Pré-mercado: feriado nos EUA desacelera negócios

Notícias e indicadores que podem influenciar os preços dos ativos nesta quinta-feira, 4 de julho



Bom dia. Estamos na quinta-feira, 4 de julho.


Cenários


A comemoração do Dia da Independência nos Estados Unidos deverá reduzir o volume de negócios e a volatilidade dos mercados globais nesta quinta-feira. A tensão diminuin no cenário doméstico. A redução do tom das críticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à atuação do Banco Central (BC) e o fato de o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ter reiterado o compromisso com a solidez das contas animaram os investidores. Por isso o dólar fechou em queda de 1.7% na quarta-feira e fechou a R$ 5,56.


Perspectivas


Segundo os analistas da Levante Ideias de Investimentos, “o alinhamento de expectativas entre o chefe do Executivo e a equipe econômica poderá corrigir a trajetória errante para o câmbio observada nas últimas semanas”. E as declarações de Haddad também reduziram o desconforto dos investidores. O chefe da equipe econômica afirmou que Lula determinou que o novo arcabouço seja cumprido “a todo custo” nos próximos três anos e que, para 2025, estão previstos cortes de R$ 25,9 bilhões em despesas obrigatórias.


Indicadores


- Brasil

Balança Comercial (Jun)

Esperado: US$ 5,08 bilhões

Anterior: US$ 8,53 bilhões


- Estados Unidos

Feriado


- Reino Unido

Eleições gerais

[Continuar lendo...]

quarta-feira, 3 de julho de 2024

Pré-mercado: foco no comportamento do dólar

Notícias e indicadores que podem influenciar os preços dos ativos nesta quarta-feira, 3 de julho



Cenários


O foco do mercado nesta quarta-feira, véspera do feriado americano do Dia da Independência, segue sendo o dólar. Os investidores estão atentos à movimentação da taxa de câmbio, que chegou a R$ 5,70 na terça-feira (3), nível mais elevado desde janeiro de 2022.


O que pressionou o câmbio foi a desconfiança dos investidores com relação à sustentabilidade do equilíbrio fiscal, além da perspectiva de que os juros americanos sigam elevados por mais tempo.


Perspectivas


Nesta quarta-feira há dúvidas se o Banco Central (BC) poderá intervir no mercado de câmbio para reduzir a volatilidade.


Indicadores


- Brasil


Pesquisa mensal indústria (Mai)

Esperado: ND

Anterior: – 0,5%


Pesquisa mensal indústria (12m)

Esperado: – 1,7%

Anterior: + 8,4%


- Estados Unidos


Pesquisa de empregos ADP (Jun)

Esperado: 163 mil

Anterior: 152 mil


Pedidos iniciais seguro desemprego

Esperado: 234 mil

Anterior: 233 mil

[Continuar lendo...]

terça-feira, 2 de julho de 2024

Pré-mercado: o dólar seguirá batendo recordes?

Notícias e indicadores que podem influenciar os preços dos ativos nesta terça-feira, 2 de julho



Bom dia. Estamos na terça-feira, 2 de julho.


Cenários


O dólar segue pressionado. No primeiro pregão do semestre, a moeda americana fechou a R$ 5,65, alta de 1,15% e maior cotação desde dez de janeiro de 2022. O câmbio não ficava tão pressionado em quase dois anos e meio.


Para além do dólar, o mercado de juros também mostrou sinais de stress. Na segunda-feira (1), a curva de juros fechou indicando 69% de probabilidade de alta da taxa referencial Selic já na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) de 31 de julho. O Ibovespa fechou com alta de 0,66% a 124.718 pontos devido, principalmente, a altas nas ações de empresas exportadoras.


Perspectivas


Há causas nacionais e internacionais para a alta dos juros e do dólar.


No exterior, o aumento da probabilidade de uma vitória de Donald Trump na eleição presidencial americana de novembro indica mais possibilidade de que os juros sigam elevados por mais tempo, o que pressiona o câmbio.


Por aqui, a percepção dos profissionais do mercado de que o governo terá cada vez mais dificuldade para cumprir as metas fiscais insere um componente de risco adicional, que se converte em uma alta nas taxas de câmbio.


O dólar está bastante pressionado e, no ano, acumula uma apreciação de cerca de 15% em relação ao real, uma das maiores do mundo. Apesar da tensão, a moeda americana está oferecendo cada vez mais espaço para uma realização de lucros, por isso não se descarta a hipótese de uma sessão volátil.


Indicadores


- Brasil


IPC-Fipe Mensal (Jun)

Observado: 0,26%

Esperado: ND

Anterior: 0,09%


- Estados Unidos


Ofertas de emprego JOLTs (Mai)

Esperado: 7,96 milhões

Anterior: 8,059 milhões


- Zona do Euro


Inflação ao consumidor (12m)

Observado: 2,5%

Esperado: 2,5%

Anterior: 2,6%


Núcleo da inflação ao consumidor (12m)

Observado: 2,9%

Esperado: 2,8%

Anterior: 2,9%

[Continuar lendo...]

segunda-feira, 1 de julho de 2024

Pré-mercado: Focus indica expectativa de 4,00% para o IPCA

Notícias e indicadores que podem influenciar os preços dos ativos nesta segunda-feira, 1º de julho



Bom dia. Estamos na segunda-feira, 1º de julho.


Cenários


Divulgda pelo Banco Central (BC) na manhã desta segunda-feira (1), a edição mais recente do Relatório Focus mostrou uma nova elevação nas projeções de inflação por parte dos profissionais do mercado financeiro.


A inflação esperada para 2024 agora avançou para 4,00%, levemente acima dos 3,98% da edição da semana anterior. Há quatro semanas, a projeção era de 3,88%.


A taxa de câmbio esperada para dezembro também aumentou. Agora está em R$ 5,20, acima dos R$ 5,15 da semana anterior e dos R$ 5,05 de há quatro semanas.


Perspectivas


A elevação das estimativas para a inflação e para o câmbio mostra o conservadorismo do mercado e a continuidade do que o Banco Central vem chamando de “desancoragem das expectativas”. Ou seja, a convicção dos profissionais do mercado financeiro de que a inflação seguirá subindo apesar de o BC ter interrompido a trajetória de corte de juros na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) de junho.


Além disso, a semana será abreviada pelo feriado americano de 4 de julho (dia da Independência), a ser comemorado na próxima quinta-feira, o que deve reduzir a liquidez dos negócios dos dois últimos pregões da semana.


Indicadores


- Brasil

Relatório Focus


PMI Industrial S&P Global (Jun)

Esperado: ND

Anterior: 52,1


- Estados Unidos

PMI Industrial (Jun)

Esperado: 51,7

Anterior: 51,3

[Continuar lendo...]

sexta-feira, 28 de junho de 2024

Pré-mercado: inflação americana e déficit brasileiro

Notícias e indicadores que podem influenciar os preços dos ativos nesta sexta-feira, 28 de junho



Bom dia. Estamos na sexta-feira, 28 de junho.


Cenários


O último indicador relevante do semestre é o núcleo do Personal Consumption Expenditure (PCE) de maio, índice de inflação americana que é o mais importante para o Federal Reserve (FED), o banco central dos Estados Unidos. A projeção é uma desaceleração em maio


Para além da inflação americana, os números fiscais brasileiros não foram bons. Em maio, o orçamento teve um déficit de R$ 138,256 bilhões, acima do déficit de R$ 69,638 bilhões de abril. O déficit foi muito maior do que a expectativa de R$ 118,9 bilhões. Já a dívida bruta subiu para 76,8% do Produto Interno Bruto (PIB) em maio, ante os 76,0% de abril. A projeção era de um aumento para 76,4%.


Perspectivas


A inflação será um indicador fundamental para o mercado poder traçar uma trajetória esperada para os juros nos EUA. As expectativas de um possível corte nas taxas de juros pelo Federal Reserve em setembro permanecem robustas, com uma probabilidade estimada de 57,9%, conforme indicado pelo CME Group.


Indicadores


- Brasil


Desemprego (Mai)

Esperado: 7,3%

Anterior: 7,5%


- Estados Unidos


Inflação PCE (Mai)

Esperado: 0,0%

Anterior: 0,3%


Inflação PCE (12M)

Esperado: 2,6%

Anterior: 2,7%


Núcleo da inflação PCE (Mai)

Esperado: 0,1%

Anterior: 0,2%


Núcleo da inflação PCE (12M)

Esperado: 2,6%

Anterior: 2,8%

[Continuar lendo...]

quinta-feira, 27 de junho de 2024

Pré-mercado: à espera do PIB americano

Notícias e indicadores que podem influenciar os preços dos ativos nesta quinta-feira, 27 de junho



Bom dia. Estamos na quinta-feira, 27 de junho.


Cenário


Após dois dias em que os preços dos ativos financeiros foram dominados pelo noticiário local, as atenções se voltam para o cenário internacional. Na parte da manhã será divulgada a estimativa final para a variação do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos no primeiro trimestre. E à noite haverá o primeiro debate para as eleições presidenciais americanas.


Perspectivas


A expectativa dos investidores é de uma desaceleração do crescimento econômico nos Estados Unidos, o que poderá facilitar a redução dos juros pelo Federal Reserve (FED), o banco central americano. Por isso, resultados muito diferentes do esperado poderão provocar solavancos fortes no mercado.


Indicadores


- Brasil


Relatório Trimestral de Inflação


IGP-M (Jun)

Observado: 0,81%

Esperado: 0,87%

Anterior: 0,89%


- Estados Unidos


Produto Interno Bruto (1º tri)

Esperado: 1,3%

Anterior: 3,4%

[Continuar lendo...]

quarta-feira, 26 de junho de 2024

Pré-mercado: inflação vai cravar expectativas dos juros

Notícias e indicadores que podem influenciar os preços dos ativos nesta quarta-feira, 26 de junho



Bom dia. Estamos na quarta-feira, 26 de junho.


Cenários


Após a Ata dura da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) divulgada na terça-feira (25), as atenções dos investidores voltam-se hoje para a prévia da inflação de junho. Nesta manhã, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgará o IPCA-15 do mês.


A Ata sublinhou a preocupação do Banco Central (BC) com as condições estruturais de elevação da inflação, assim como o aperto do hiato do produto e a elevação do juro neutro (nem contracionista nem expansionista) da economia, que pode ter avançado de 4,50% para 4,75%. Tudo isso indica, aos olhos do BC, uma preocupação com os preços.


Perspectivas


Segundo Étore Sanchez, economista-chefe da Ativa Investimentos, a expectativa é que “o índice varie 0,51% ante a perspectiva mediana do mercado de 0,45%. Em doze meses é esperada uma retomada da alta, que deverá passar de 3,7% para 4,1%”, escreveu ele em seu comentário matinal.


A confirmação desse número, ou um resultado acima disso, deverá disparar revisões das expectativas para os juros até o fim do ano.


Indicadores


- Brasil

IPCA-15 (Jun)

Esperado: 0,45%

Anterior: 0,44%


IPCA-15 (12m)

Esperado: 4,12%

Anterior: 3,70%


- Estados Unidos

Venda de casas novas (Mai)

Esperado: 636 mil

Anterior: 634 mil

[Continuar lendo...]

terça-feira, 25 de junho de 2024

Pré-mercado: à espera da Ata do Copom

Notícias e indicadores que podem influenciar os preços dos ativos nesta terça-feira, 25 de junho



Bom dia. Estamos na terça-feira, 25 de junho.


Cenários


O grande indicador econômico da semana ocorre nesta terça-feira, com a divulgação da Ata da reunião de número 263 do Comitê de Política Monetária (Copom). Para além de justificar a manutenção da taxa de juros Selic em 10,50% ao ano, o texto deverá fornecer uma visão dos diretores do Comitê sobre a inflação prevista para os próximos meses.


Os preços seguem subindo, e as expectativas também. A edição do Relatório Focus divulgada na segunda-feira (24) mostrou que a projeção para o IPCA de 2024 voltou a avançar. Agora, a mediana das estimativas dos profissionais do mercado é de 3,98%. Há quatro semanas o prognóstico era de 3,86%, e o Focus mostrou altas na inflação esperada em sete semanas consecutivas.


Perspectivas


O cenário global é de inflação, com a alta dos juros nos Estados Unidos pressionando as taxas de câmbio e tornando mais caros os produtos cujos preços são vinculados ao dólar. Para além disso, as cotações do petróleo também seguem elevadas. A combinação desses fatores com um mercado de trabalho aquecido no Brasil, que pressiona os preços dos serviços, justifica a manutenção de uma política monetária apertada. Até que ponto? Essa é a resposta que os agentes econômicos esperam encontrar no texto a ser divulgado nesta manha.


Indicadores


- Brasil

Ata do Copom


- Estados Unidos

Confiança do Consumidor CB (Jun)

Esperado: 100,0

Anterior: 102,0

[Continuar lendo...]

segunda-feira, 24 de junho de 2024

Pré-mercado: semana terá IPCA-15 e Ata do Copom

Notícias e indicadores que podem influenciar os preços dos ativos nesta segunda-feira, 24 de junho



Bom dia. Estamos na segunda-feira, 24 de junho.


Cenários


A semana começa com a expectativa acerca de duas informações importantes. Uma é a Ata da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) realizada na semana passada, que manteve a taxa Selic inalterada em 10,50% ao ano. Outra é o IPCA-15 de junho, que trará a prévia da inflação oficial deste mês e do primeiro semestre de 2024.


Ambas as informações são muito relevantes, pois permitirão ao mercado ter mais visibilidade sobre a percepção do Banco Central (BC) com relação à inflação, e também aos juros. Além disso, espera-se um arrefecimento das pressões políticas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou a decisão do Copom de manter os juros inalterados. E Fernando Haddad, ministro da Fazenda, disse que só iria comentar o assunto após a divulgação da Ata.


Perspectivas


Há uma expectativa no mercado para com o movimento das ações. Após várias semanas consecutivas em queda, o cálculo dos investidores é que os ativos brasileiros estão baratos em dólar, o que poderia justificar a chegada de alguns investidores internacionais. As condições econômicas seguem incertas. No entanto, os preços estão tão baixos que justificariam os eventuais riscos.


Indicadores


- Brasil

Relatório Focus

Saldo em transações correntes (Mai)

Esperado: ND

Anterior: – US$ 2,50 bilhões


Investimento estrangeiro direto (Mai)

Esperado: ND

Anterior: + US$ 3,90 bilhões


- Estados Unidos

Sem indicadores relevantes

[Continuar lendo...]

sexta-feira, 21 de junho de 2024

Pré-mercado: foco no cenário internacional

Notícias e indicadores que podem influenciar os preços dos ativos nesta sexta-feira, 21 de junho



Bom dia. Estamos na sexta-feira, 21 de junho.


Cenários


Em um dia de poucos indicadores brasileiros e com a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) da quarta-feira (19) devidamente metabolizada, as atenções dos investidores se voltam para os indicadores internacionais e para as declarações de banqueiros centrais sobre a trajetória dos juros nos Estados Unidos.


Na Zona do Euro, os índices de atividade PMI da indústria e dos serviços, divulgados nesta manhã, ficaram abaixo do esperado. O PMI dos serviços de junho foi de 52,6, abaixo dos 53,2 de maio e da expectativa de 53,5. O resultado da indústria recuou para 45,6 ante os 47,3 de maio e ficou abaixo dos 48,0 esperados.


Perspectivas


A grande dúvida dos investidores globais é se os indicadores econômicos darão tranquilidade suficiente para os bancos centrais, em especial o Federal Reserve (FED), o banco central americano, começar a afrouxar a política monetária.


Há argumentos razoáveis tanto a favor quanto contra essa possibilidade, daí o interesse dos investidores sobre a trajetória dos indicadores e sobre a percepção dos diretores de bancos centrais.


Indicadores


- Brasil

Receita Tributária Federal

Esperado: ND

Anterior: R$ 228,9 bilhões


- Estados Unidos

PMI Industrial (Jun)

Esperado: 51,0

Anterior: 51,3


PMI do Setor de Serviços (Jun)

Esperado: 53,4

Anterior: 54,8

[Continuar lendo...]

quinta-feira, 20 de junho de 2024

Pré-mercado: alívio com a decisão unânime do Copom

Notícias e indicadores que podem influenciar os preços dos ativos nesta quinta-feira, 20 de junho



Bom dia. Estamos na quinta-feira, 20 de junho.


Cenários


Esta quinta-feira (20) deve ser um dia de alívio para os investidores. Na noite da quarta-feira (19) o Comitê de Política Monetária (Copom) confirmou as expectativas do mercado e manteve a taxa referencial de juros Selic estável em 10,50% ao ano em uma decisão unânime.


Mais do que isso, o Comunicado da decisão mostrou um comprometimento forte com o cumprimento das metas de inflação. Ao justificar a decisão, o Comunicado indicou a necessidade de “interromper o ciclo de queda de juros” devido ao “cenário global incerto” e ao cenário doméstico marcado por “resiliência na atividade, elevação das projeções de inflação e expectativas desancoradas”.


O texto do Comunicado indica que “a política monetária deve se manter contracionista por tempo suficiente (…) a desinflação e a ancoragem das expectativas em torno de suas metas”.


No ponto mais surpreendente, o Comunicado informa que o Copom “se manterá vigilante” e “relembra, como usual, que eventuais ajustes futuros na taxa de juros serão ditados pelo firme compromisso de convergência da inflação à meta”. No limite, essa decisão permite prever até mesmo uma elevação nos juros, apesar de essa hipótese ser considerada pouco provável.


Perspectivas


A provável melhora das expectativas com a decisão unânime do Copom é um ponto necessário (mas não suficiente) para a melhora das condições do mercado. Nos últimos dias a queda das ações e a apreciação do dólar em relação ao real sublinharam a desconfiança dos investidores com a sustentabilidade da inflação. Agora, metade do trabalho está encaminhado: o Banco Central (BC) mostrou que segue vigilante. Falta a outra metade, o Executivo mostrar que está disposto a cortar gastos para manter a situação fiscal equilibrada.


Indicadores


- Brasil

Sem indicadores relevantes


- Estados Unidos

Pedidos iniciais de seguro-desemprego

Esperado: 235 mil

Anterior: 242 mil

[Continuar lendo...]

quarta-feira, 19 de junho de 2024

Pré-mercado: Copom deve manter Selic estável

Notícias e indicadores que podem influenciar os preços dos ativos nesta quarta-feira, 19 de junho



Bom dia. Estamos na quarta-feira, 19 de junho.


Cenários


Chega ao fim nesta quarta-feira (19) a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) mais importante do ano. Nas últimas semanas cristalizou-se um consenso entre os agente de mercado de que a taxa referencial Selic permanecerá inalterada em 10,50% ao ano. A projeção até dois meses atrás era de uma continuidade nos cortes de 0,5 ponto percentual a cada reunião, até que os juros chegassem ao patamar de 9% esperado no início do trimestre.


Nada disso ocorreu. Ao contrário, o impacto da catástrofe no Rio Grande do Sul sobre os preços dos alimentos, o comportamento robusto do mercado de trabalho e, principalmente, a dificuldade do governo de manter as contas públicas sob controle deterioraram as expectativas dos agentes econômicos. E expectativas são o principal vetor de formação de preços no mercado.


Perspectivas


Para além da decisão esperada, os investidores estão à espera do Comunicado que deve ser divulgado após a reunião. A questão para o mercado, agora, é como o Banco Central (BC) está vendo as perspectivas para o segundo semestre, e se a manutenção da Selic no patamar atual será suficiente para fazer a inflação convergir para a meta de 3%.


Indicadores


- Brasil

Reunião do Copom


- Estados Unidos

Sem indicadores relevantes

[Continuar lendo...]

terça-feira, 18 de junho de 2024

Pré-mercado: entenda a alta de 10,50% no dólar

Notícias e indicadores que podem influenciar os preços dos ativos nesta terça-feira, 18 de junho



Bom dia. Estamos na terça-feira, 18 de junho.


Cenários


A semana começou com uma alta de 0,73% no dólar, que encerrou a segunda-feira (17) a R$ 5,421. Foi o maior valor desde 4 de janeiro de 2023, início do mandato de Luiz Inácio Lula da Silva.


No ano, a perda do real em relação à moeda americana está acumulada em 10,5%. Isso faz a moeda brasileira ser a mais fraca entre a dos países emergentes.


O segundo lugar, muito perto, é do peso argentino, que acumulou uma depreciação de 10,48% em relação ao dólar.


O que vem provocando tanta desvalorização do real é a confluência de três motivos. O primeiro é global: a alta dos juros nos Estados Unidos faz com que os investimentos na moeda americana fiquem mais atrativos. Assim, os investidores ao redor do mundo vendem seus reais, pesos, bolívares e demais moedas para investir no dólar. Isso cria uma pressão de demanda sobre a moeda americana que pressiona as taxas de câmbio.


O segundo motivo é a perspectiva de alta da inflação, provocada pela própria apreciação do dólar. Os preços de muitos produtos e insumos essenciais para a economia brasileira são definidos no mercado internacional. Com a apreciação do câmbio, esses produtos e serviços ficam naturalmente mais caros em reais, mesmo que seus preços internacionais não subam. Isso pressiona a inflação.


O terceiro motivo é a dificuldade do governo de convencer o mercado de que vai manter as contas públicas equilibradas. E essa desconfiança eleva a percepção de riscos por parte dos investidores, estimulando a migração de recursos para outras praças.


Perspectivas


É provável que haja uma recuperação do valor do real nesta terça-feira (18) devido à realização de lucros com o dólar. No entanto, o cenário de base permanece inalterado, com a moeda americana pressionada para cima.


Indicadores


- Brasil

Sem indicadores relevantes


- Estados Unidos

Vendas no varejo (Mai)

Esperado: 0,3%

Anterior: 0,0%


Núcleo de vendas no varejo (Mai)

Esperado: 0,2%

Anterior: 0,2%

[Continuar lendo...]

segunda-feira, 17 de junho de 2024

Pré-mercado: expectativa com estratégia do Copom

Notícias e indicadores que podem afetar os preços dos ativos nesta segunda-feira, 17 de junho



Bom dia. Estamos na segunda-feira, 17 de junho.


Cenário


Ocorre nesta semana o encontro de junho do Comitê de Política Monetária (Copom). Será a quarta reunião das oito agendadas para 2024. E o resultado deve confirmar uma reviravolta na trajetória dos juros.


Após sete cortes sucessivos na taxa referencial Selic, seis deles de 0,50 ponto percentual, não se descarta a hipótese de que o Copom reduza a Selic em apenas 0,25 ponto percentual. Ou que, em uma hipótese mais dura, mantenha a taxa inalterada em 10,50% ao ano. Se confirmada, a estabilidade vai representar uma guinada na política monetária.


Perspectivas


O cenário para os juros mudou muito. A expectativa razoavelmente baixista do primeiro trimestre deste ano deu lugar a uma postura muito mais austera.


No fim de abril o Relatório Focus indicava que a mediana das estimativas para a Selic em dezembro era de 9,00%. Seis semanas depois, na edição mais recente, o prognóstico dos juros no fim do ano havia subido para 10,25%.


Se houver um corte de 0,25 por cento, a mediana das expectativas indica que o Copom passará o resto do ano apenas observando a situação, sem alterações na Selic. Ou seja, o Banco Central (BC) estará em uma posição parecida com a do Federal Reserve (FED), seu congênere americano: dependendo dos indicadores econômicos para formular a política monetária.


Indicadores


- Brasil

IGP-10 (Abr)

Esperado: ND

Anterior: 1,10%


Relatório Focus


- Estados Unidos

Sem indicadores relevantes

[Continuar lendo...]

sexta-feira, 14 de junho de 2024

Pré-mercado: à espera da reunião do Copom

Notícias e indicadores que podem influenciar os preços dos ativos nesta sexta-feira, 14 de junho



Bom dia. Estamos na sexta-feira, 14 de junho.


Cenários


Passada a reunião do Federal Open Market Committee (Fomc), os investidores se preparam para a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que deverá ocorrer na terça e na quarta-feira da próxima semana.


A perspectiva é que a reunião confirme uma mudança drástica na direção da política monetária. No encontro anterior, no início de maio, o Banco Central (BC) interrompeu uma sequência de seis cortes de 0,50 ponto percentual na taxa referencial Selic e reduziu os juros em 0,25 por cento.


Foi uma decisão longe da unanimidade, aprovada por cinco dos nove membros do Comitê, com voto de Minerva do presidente do BC, Roberto Campos Neto. Os quatro outros membros defenderam mais um corte de 0,50 por cento.


Perspectivas


Agora, as projeções de inflação do Relatório Focus estão subindo e a taxa de juros esperada para o fim de 2024 é de 10,25%. Se isso se confirmar haverá apenas mais um corte de 0,25 ponto percentual nas quatro reuniões ainda agendadas para este ano.


Mais do que simplesmente interromper a baixa dos juros, a alteração na trajetória da Selic patrocinada pelo Copom mostra uma deterioração grave das expectativas para a economia, com alta de inflação e preocupações crescentes com relação ao equilíbrio das contas públicas.


Indicadores


- Brasil


IBC-Br (abr)

Esperado: + 0,45%

Anterior: – 0,34%


- Estados Unidos

Relatório de pol. monetária do FED

[Continuar lendo...]

quinta-feira, 13 de junho de 2024

Pré-mercado: a política fiscal no centro das atenções

Notícias e indicadores que podem influenciar os preços dos ativos nesta quinta-feira, 13 de junho



Bom dia. Estamos na quinta-feira, 13 de junho.


Cenários


Os investidores se ressentem de uma deterioração recente das expectativas de equilíbrio das contas públicas. Em um evento no Rio de Janeiro na quarta-feira (12) o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o equilíbrio das contas públicas se dará pelo crescimento econômico e pelo aumento da arrecadação. A ausência de menções a corte de gastos disparou uma onda de vendas no mercado, que derrubou as ações e elevou o dólar.


Perspectivas


Os investidores estão pessimistas com a trajetória das contas públicas e temem que a persistência desse cenário provoque uma desancoragem ainda maior das expectativas. O resultado seria uma diminuição da atratividade brasileira aos olhos dos investidores internacionais, com impactos negativos nos mercados e na economia real.


Indicadores


- Brasil


Vendas no varejo (Abr)

Esperado: 1,3%

Anterior: 0,0%


Vendas no varejo (12m)

Esperado: 3,4%

Anterior: 5,7%


- Estados Unidos


Pedidos iniciais seg. desemprego

Esperado: 225 mil

Anterior: 229 mil


Inflação no atacado (Mai)

Esperado: 0,1%

Anterior: 0,5%


Inflação no atacado (12m)

Esperado: 2,5%

Anterior: 2,2%

[Continuar lendo...]

quarta-feira, 12 de junho de 2024

Pré-mercado: FED sem surpresas e foco na inflação americana

Notícia e indicadores que podem influenciar os preços dos ativos nesta quarta-feira, 12 de junho



Bom dia. Estamos na quarta-feira, 12 de junho.


Cenários


Se encerra nesta quarta-feira (12) a reunião do Federal Open Market Committee (Fomc), versão americana do Comitê de Política Monetária (Copom). Não se esperam surpresas nos juros, que deverão permanecer no patamar atual de 5,25% a 5,50% ao ano. O que os investidores querem saber é a visão do Federal Reserve (FED), o banco central americano, para os juros no decorrer do ano.


Para complicar a análise, os diretores do FED terão acess0 – assim como toda a economia – à inflação de maio poucas horas antes do fim da reunião. A projeção é de uma leve desaceleração do núcleo do Consumer Price Index (CPI) para 3,5% nos 12 meses até maio,  ante 3,6% nos 12 meses até abril. O núcleo do índice não considera os preços mais voláteis dos alimentos e da energia.


Perspectivas


Apesar de a inflação americana ter se estabilizado em cerca de 3,5% ao ano, considerando-se em 12 meses até abril, o resultado segue muito acima da meta de 2% ao ano. Isso indica uma continuidade da política monetária apertada. Não se espera nenhuma alteração nas taxas nesta reunião. No entanto, há uma grande esperança no mercado de que o FED possa sinalizar o início do afrouxamento dos juros.


A projeção dos investidores é de que esse processo de alívio comece em setembro e que haja outro corte em dezembro. No entanto, nada disso é garantido. E se a inflação de maio vier acima do esperado, isso pode dar força à hipótese de que os juros americanos seguirão inalterados por mais tempo.


Indicadores

- Brasil

Pesq. Mensal Serviços (Abr)

Esperado: ND

Anterior: + 0,4%


Pesq. Mensal Serviços (12m)

Esperado: ND

Anterior: – 2,3%


- Estados Unidos

Consumer Price Index (Mai)

Esperado: 0,1%

Anterior: 0,3%


Consumer Price Index (12m)

Esperado: 3,4%

Anterior: 3,4%


Núcleo do Consumer Price Index (Mai)

Esperado: 0,3%

Anterior: 0,3%


Núcleo do Consumer Price Index (12m)

Esperado: 3,5%

Anterior: 3,6%

[Continuar lendo...]

sexta-feira, 7 de junho de 2024

Pré-Mercado: o dado mais importante do emprego americano

Notícias e indicadores capazes de influenciar os preços dos ativos nesta sexta-feira, 7 de junho



Bom dia. Estamos na sexta-feira, 7 de junho.


Cenários


Nesta manhã será divulgado o indicador de emprego americano mais importante do mês, o “non-farm payroll”, ou índice de criação de empregos não agrícolas de maio. A mediana das expectativas dos investidores é a criação de 182 mil vagas, acima das 175 mil vagas abertas em abril. Se o número vier abaixo dessa expectativa, será um forte sinal de que a economia americana está com menos pressão de demanda no mercado de trabalho.


Perspectivas


Ao longo das últimas semanas, as projeções do mercado para os juros americanos oscilaram bastante pela mudança nas expectativas dos investidores. Em maio, a divulgação das Minutas da reunião do Federal Open Market Committee (Fomc), o Copom americano, indicou menos propensão a reduzir os juros. No entanto, indicadores fracos no mercado de trabalho nesta semana aumentaram as expectativas de um corte mais intenso dos juros americanos a partir de setembro.


Os investidores agora esperam o resultado da reunião do FED marcada para os dias 11 e 12 de junho. Não se imagina uma alteração nas taxas, mas a atenção será para as declarações de Jerome Powell, presidente do banco central americano, sobre alguma alteração na trajetória monetária.


Indicadores


- Brasil

IGP-DI (Mai)

Observado: 0,87%

Esperado: ND

Anterior: 0,72%


- Estados Unidos

Emprego não-agrícola (Mai)

Esperado: 182 mil

Anterior: 175 mil


Desemprego (Mai)

Esperado: 3,9%

Anterior: 3,9%


Ganho por hora trabalhada (Mai)

Esperado: 0,3%

Anterior: 0,2%

[Continuar lendo...]

quinta-feira, 6 de junho de 2024

Pré-mercado: pressão de alta no dólar

Notícias e indicadores que podem influenciar os preços dos ativos nesta quinta-feira, 6 de junho



Bom dia. Estamos na quinta-feira, 6 de junho.


Cenários


A percepção de risco dos investidores segue aumentando, o que está expresso na alta do dólar. Na quarta-feira (5) a moeda americana fechou a R$ 5,297, alta de 0,23% em relação à véspera e perto dos níveis mais altos do ano.


O que motivou a apreciação da moeda americana em relação ao real foram duas percepções. A primeira é que os juros americanos devem seguir elevados por mais tempo. A segunda é a dificuldade do governo em aprovar pautas no Congresso, o que deve tornar mais complicado garantir a estabilidade das contas públicas.


Perspectivas


A percepção não é positiva. Os investidores internacionais vêm resgatando recursos do mercado brasileiro, em busca de aplicações em dólar. O fenômeno vem castigando as moedas de países emergentes, e deverá ser reforçado pela provável redução de juros pelo Banco Central Europeu (BCE) nesta quinta-feira. Os juros referenciais da Zona do Euro deverão cair para 4,25% ao ano ante os 4,50% anteriores, na primeira baixa de juros desde 2019.


Indicadores


- Brasil

Sem indicadores relevantes


- Estados Unidos

Pedidos iniciais de seguro-desemprego

Esperado: 220 mil

Anterior: 219 mil


- Zona do Euro

Decisão de política monetária

Esperado: 4,25%

Anterior: 4,50%

[Continuar lendo...]
 
Copyright © . Pedroza News - Notícias do Mercado | Pedroza Capital - Posts · Comments