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quarta-feira, 3 de julho de 2024

Ibovespa avança e fecha na máxima em seis semanas

O dólar cai ante o real e voltou a ser cotado abaixo dos R$ 5,60. A moeda encerrou o dia em baixa de 1,72%



O Ibovespa avançou nesta quarta-feira (03) em 0,70%, fechando em uma máxima em seis semanas, fortalecido particularmente pela alta de mais de 2% das ações da Vale (VALE3). Além de um cenário externo favorável a ativos de risco com declínio nos rendimentos dos títulos do Tesourou dos Estados Unidos.


A declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de que a responsabilidade fiscal é um compromisso do governo, em discurso no qual não citou o Banco Central, ajudou no alívio do dólar. Também auxiliou na curva de juros, reverberando na bolsa, em sessão ainda marcada por expectativa sobre uma reunião dele com a equipe econômica.


O índice encerrou com um acréscimo de 0,70%, a 125.661,89 pontos, maior patamar de fechamento desde 21 de maio, tendo chegado a 126.580,98 pontos na máxima e marcado 124.786,64 pontos na mínima do dia.


O volume financeiro somava R$ 19,3 bilhões antes dos ajustes finais.


Em um dia em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não discursou contra o Banco Central e a atual política monetária, o dólar finalmente encontrou espaço para cair ante o real e voltar a ser cotado abaixo dos R$ 5,60, em meio à expectativa de que o governo atue de fato para conter a crise de confiança que elevou as cotações nas últimas semanas.


O dólar à vista encerrou a quarta-feira (03) cotado a R$ 5,5683 na venda, em baixa de 1,71%. Na véspera, a moeda havia terminado em R$ 5,6665, no maior valor de fechamento desde 10 de janeiro de 2022.


Às 17h02, na B3, o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 2,05%, a R$ 5,5800 na venda.

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sexta-feira, 28 de junho de 2024

Ibovespa fecha em queda, enquanto dólar sobe é negociado a R$ 5,60

Índice foi pressionado pela queda das ações da Embraer; moeda americana atingiu o maior valor em dois anos



O Ibovespa fechou em queda nesta sexta-feira (28), pressionado particularmente pelo declínio da Embraer, mas terminou a semana e o mês com desempenho acumulado positivo, reduzindo as perdas no ano. A alta da Vale (VALE3) atenuou a pressão negativa, em mais um dia de avanço do dólar ante o real e alta na curva de juros devido a preocupações fiscais, o que pesou principalmente em ações de empresas sensíveis à economia doméstica.


O Ibovespa cedeu 0,32%, a 123.906,55 pontos, acumulando alta de 2,13% na semana e de 1,49% no mês, mas ainda recuando 7,65% no ano, de acordo com dados preliminares. Na máxima do dia, chegou a 124.500,19 pontos. Na mínima, marcou 123.298,10 pontos.


O dólar voltou a disparar nesta sexta-feira, chegando a ser cotado a R$ 5,60 durante a sessão e encerrando no maior valor desde janeiro de 2022. Tudo isso, em mais um dia de tiroteio retórico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, com as cotações sendo impulsionadas ainda pela disputa em torno da taxa Ptax de fim de mês e trimestre.


A moeda norte-americana à vista encerrou o dia cotada a R$ 5,5884 na venda, em alta de 1,46%. Este é o maior valor de fechamento desde 10 de janeiro de 2022, quando encerrou em R$ 5,6723. No mês, a divisa acumulou alta de 6,47% e, no trimestre, elevação de 11,47%.


Às 17h09, na B3 o contrato de dólar futuro de agosto — que passou a ser o mais líquido nesta sexta-feira (28) — subia 1,56%, aos R$ 5,6130.

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quinta-feira, 27 de junho de 2024

Ibovespa avança e fecha na máxima em um mês com Suzano em destaque

O dólar cai ante o real, após ter atingido na véspera o maior valor em dois anos



O Ibovespa fechou em alta nesta quinta-feira (27), em desempenho capitaneado pela disparada da Suzano após a companhia desistir de comprar a International Paper, enquanto Sabesp figurou na ponta negativa com apenas a Equatorial Energia fazendo proposta para ser acionista de referência no processo de privatização.


O índice encerrou com avanço de 1,36%, a 124.307,83 pontos, maior patamar de fechamento desde 27 de maio, após ter marcado 124.279,03 pontos na máxima e 122.641,84 pontos na mínima do dia, de acordo com dados preliminares.


O volume financeiro somava R$ 20,15 bilhões antes dos ajustes finais.


Após ter atingido na véspera o maior valor em dois anos e meio, o dólar à vista fechou a quinta-feira em leve baixa ante o real, mas acima dos R$ 5,50, com as cotações ainda refletindo a percepção de aumento do risco fiscal, em um dia em que o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, reforçou que a instituição não vai intervir no câmbio em função do nível das cotações.


O dólar à vista encerrou o dia cotado a R$ 5,5079 na venda, em baixa de 0,20%, após ter atingido na quarta-feira o maior valor de fechamento desde janeiro de 2022. No mês, a divisa acumula alta de 4,90%.


Às 17h05, na B3 o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 0,44%, a R$ 5,5045 na venda.

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quarta-feira, 26 de junho de 2024

Ibovespa sobe e dólar atinge maior valor em 2 anos

Índice tem leve alta e dólar avança mais de 1% devido ao cenário externo e preocupações fiscais



O Ibovespa fechou com uma alta modesta nesta quarta-feira (26), sustentada pelo desempenho da Vale (VALE3) e outras exportadoras com o avanço do dólar. O efeito de receios fiscais e da alta dos rendimentos dos Treasuries na curva de juros pressionou ações de empresas sensíveis à economia doméstica.


O índice encerrou em alta de 0,25%, a 122.641,30 pontos, na máxima da sessão, após recuar a 121.402 pontos no pior momento, de acordo com dados preliminares. O volume financeiro somava R$ 17,3 bilhões antes de ajustes finais.


As declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a área fiscal foram mal-recebidas pelo mercado e o dólar superou a barreira dos R$ 5,50 nesta quarta-feira (26), com a cotação de fechamento atingindo o maior valor em dois anos e meio, em movimento favorecido ainda pelo avanço firme da moeda norte-americana no exterior.


O dólar à vista encerrou o dia cotado a R$ 5,5188 na venda, em alta de 1,20%. Este é o maior valor de fechamento desde 18 de janeiro de 2022 — último ano do governo de Jair Bolsonaro — quando foi cotado a R$ 5,5608 . Em junho, a divisa acumula elevação de 5,11% e, em 2024, alta de 13,8%.

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terça-feira, 25 de junho de 2024

Ibovespa fecha em queda com investidores repercutindo ata do Copom

Segundo a análise de Rhuan Pedroza, planejador financeiro e CEO da Pedroza Capital, o Ibovespa operou puxado pelas quedas de Vale




Segundo a análise de Rhuan Pedroza, planejador financeiro e CEO da Pedroza Capital, o principal índice da bolsa de valores brasileira, o Ibovespa operou puxado pelas quedas de Vale, principal ação do índice, que cai. A queda de VALE3, contudo, não reflete o humor do mercado como um todo, com Itaú e Banco do Brasil puxando o índice em direção contrária, com altas.


Em outras palavras, o mercado opera sem direção clara na sessão e o índice reflete a distribuição de altas e baixas conforme o peso dos ativos que o compõem.


A ata da decisão do Copom de manter a meta da taxa Selic em 10,5% ao ano reitera a abordagem conservadora da autoridade monetária. A postura do comitê é vista, na minha visão, como vital para contrabalançar a postura perdulária do governo. Os juros persistentemente altos, contudo, fazem peso na bolsa brasileira na medida em que desincentiva o fluxo de capitais da renda fixa para a renda variável, o que levaria à alta das ações e, com elas, do índice.


Entre as maiores altas da bolsa brasileira, temos Localiza, WEG e Arezzo.

A ausência de noticiário relevante para RENT3, WEGE3 e ARZZ3 evidencia que as altas refletem basicamente o fluxo de mercado, ou seja, o ponto de equilíbrio entre compradores e vendedores ao longo do pregão.

Entre as maiores quedas observadas, temos Petz, Vamos e Locaweb. PETZ3 sofre com a volatilidade provocada por sua fusão com Cobasi. VAMO3, por sua vez, recentemente chegou a patamares abaixo de seu IPO, há 3 anos, causado pelo excessivo endividamento da companhia em sua expansão aliado à persistente alta da taxa de juros. Já LWSA3 segue em tendência de baixa observada em 2024 em função de seus resultados que têm decepcionado o mercado.

O dólar opera em alta em aparente movimento de equilíbrio após baixa de mesma magnitude ontem, considerando que não há noticiário relevante nas últimas horas.

Já os juros futuros operam estáveis, indicando manutenção do DI diante da inalteração do cenário macroeconômico.

Confira os dados de fechamento do Ibovespa e demais índices

  • Ibovespa: 122.331,39 (-0,25%)
  • S&P 500: 5.469,36 (+0,39%)
  • Nasdaq: 17.717,65 (+1,26%)
  • Dow Jones: 39.112,43 (-0,76%)
  • Dólar: R$ 5,45 (+1,19%)
  • Euro: R$ 5,85 (+0,96%)
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segunda-feira, 24 de junho de 2024

Ibovespa fecha em alta e retoma os 122 mil pontos

O mercado ignorou as revisões mais pessimistas para a inflação e o câmbio, e aguardam mais dados locais e americanos desta semana



Nesta segunda-feira (24), o Ibovespa remou contra a maré e fechou em alta de 1,07%, aos 122.636,96 pontos. Assim, o índice brasileiro tem o terceiro pregão seguido de altas e consegue recuperar parte das perdas recentes.

O mercado ignorou as revisões mais pessimistas para a inflação e o câmbio, e aguardam mais dados locais e americanos desta semana.

Esse avanço mesmo com novas revisões pode-se colocar muito na conta da reunião da semana passada do COPOM. Mesmo com o mercado em compasso de espera em relação a ata que vai ser entregue amanhã, acredito que a decisão mais cautelosa fez com que os investidores tivessem uma luz no fim do túnel.

Além disso, o Dólar fechou em baixa de 0,93%, cotado a R$ 5,39. A moeda norte-americana teve mais um recuo e durante sua sessão registrou uma cotação máxima de R$ 5,46 e mínima de R$ 5,37.

Hemelin Mendonça, especialista em mercado de capitais e sócia da AVG Capital, conversou com o portal de notícia da Pedroza News e destacou o que mais importante aconteceu.

Sobre as ações no azul, Mendonça fala que “Temos altas pontuais como BRF, MARFRIG e JBS devido a questões chinesas relacionadas ao antidump sobre as importações de carne suína da União Europeia, o que fez o papeis subirem. Se a China passar a comprar carne suína do Brasil ou outros países, isso pode nos beneficiar. O Brasil é o maior exportador de carne suína para a China, respondendo por 26% do volumes, o que também é motivo para essas ações subirem”.

Do outro lado, “temos queda em Azul devido ao avanço do preço do petróleo. A alta do petróleo, na verdade, faz com que as empresas aéres sejam impactadas como um todo. Também temos queda em CSN Mineração devido ao preço do minério, que está no maior nível desde abril. A oferta global está elevada, dia complicado para mineradoras. Vale também tem queda devido a preços futuros de minério de ferro na China”.

Nos Estados Unidos, os índices em Wall Street encerraram mais um dia de forma mista, como aconteceu nas últimas quatro sessões. O centro das atenções, novamente, foi Nvidia, que caiu hoje 5%, e à espera dos dados econômicos que serão divulgados ao longo da semana.

De acordo com a especialista em mercado de capitais, o mercado será bastante movimentado com Indicadores econômicos dos EUA, e também o debate entre Trump e Biden na quinta-feira. Segundo Mendonça “as eleições dos EUA podem movimentar muito os mercados internacionais até porque pelas pesquisas a eleição será bem apertada, já que há pesquisas que mostram que Biden está um pouco na frente, e nos mercados preditivos mostra que Trump ganhará”.

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sexta-feira, 21 de junho de 2024

Ibovespa fecha em alta mesmo com preocupações no BC brasileiro e exterior

As novas críticas de Lula ao Banco Central e a Roberto Campos Neto não afetou o Ibovespa e passaram batidas, enquanto no exterior, os investidores seguem lendo dados americanos e estimando quando terá a queda de juros



Nesta sexta-feira (21), o Ibovespa fechou sua última sessão da semana em alta de 0,74%, aos 121.341,13 pontos. Com isso, o índice brasileiro consegue dois dias de altas seguidos.

As novas críticas de Lula ao Banco Central e a Roberto Campos Neto não afetou o Ibovespa e passaram batidas, enquanto no exterior, os investidores seguem lendo dados americanos e estimando quando terá a queda de juros.

A desvalorização do real em relação ao dólar, que ontem (20) fechou em R$ 5,462, alcançando o maior nível em dois anos, não preocupa o Governo Federal e não compromete a confiança que o país conquistou no cenário internacional.

Essa declaração foi feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em entrevista à Rádio Mirante News, do Maranhão.

E hoje, o Dólar fecha em baixa de 0,39%, cotado a R$ 5,44. A moeda norte-americana registrou uma cotação máxima de R$ 5,46 e mínima de R$ 5,42.

Mais cedo, os mercados europeus fecharam dia em baixa, colocando no bolso os lucros dos últimos dias, de uma semana com ganhos amplos. A semana foi marcada para o Banco Nacional Suíço, que anunciou cortes nas taxas de juro em 0,25 pontos percentuais, para 1,25%. O SNB tornou-se o primeiro grande banco central a cortar taxas durante já em março.

Já o Banco de Inglaterra manteve as taxas de juro inalteradas no máximo dos últimos 16 anos, em 5,25%, mesmo com a inflação já dentro da meta de 2%, o que faz projeções para agosto serem que começo do ciclo de queda.

Nos Estados Unidos, os índices em Wall Street fecham sem direção única, puxados pelo setor de tecnologia, principalmente pela Nvdia, que acabou caindo mais de 3%, e também pela falta de pistas de quando terá corte de juros no país.

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quinta-feira, 20 de junho de 2024

Ibovespa sobe com Petrobras e dólar atinge maior valor em 2 anos

O dólar fechou em alta de 0,39%, a R$ 5,46, maior cotação desde julho de 2022



O Ibovespa fechou com uma alta discreta nesta quinta-feira (20), sustentada pelo avanço de Petrobras (PETR3 / PETR4). Enquanto isso, a reação positiva à decisão unânime do Banco Central de manter a Selic em 10,50% ao ano se mostrou frágil após novas críticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à autoridade monetária.


O Ibovespa encerrou com alta de 0,15%, a 120.445,91 pontos, de acordo com dados preliminares, após chegar a 121.606,64 pontos na máxima pela manhã. No pior momento, chegou a 120.156,30 pontos.


O volume financeiro somava R$ 19,3 bilhões antes dos ajustes finais.


Nem mesmo a decisão unânime do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central na véspera, que fez o dólar chegar a cair 1% no início do dia, evitou que a moeda norte-americana fechasse novamente em alta nesta quinta-feira. O dólar está no maior patamar em quase dois anos, após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltar a criticar o BC, além do avanço firme das cotações também no exterior.


O dólar à vista encerrou o dia cotado a R$ 5,4622 na venda, em alta de 0,38%. Esta é a maior cotação de fechamento desde 22 de julho de 2022 — ainda no governo Bolsonaro — quando encerrou a R$ 5,4976.


Às 17h06, na B3 o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 0,80%, a R$ 5,465.5 na venda.

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quarta-feira, 19 de junho de 2024

Ibovespa fecha em alta em dia de baixa liquidez

O marasmo da sessão de hoje do Ibovespa reflete a baixa liquidez pelo feriado nos Estados Unidos e a espera pela decisão do COPOM



Segundo a análise de Felipe de Castro, planejador financeiro e sócio da Matriz Capital, a bolsa brasileira, medida pelo Ibovespa, seu principal índice, operou praticamente estável hoje (19). O marasmo da sessão reflete a baixa liquidez proporcionada pelo feriado nos Estados Unidos e a espera pela decisão do COPOM, que divulga hoje a nova (ou não) taxa básica de juros. O mercado acredita, majoritariamente, na manutenção da Selic em 10,5% ao ano.

Apesar da calmaria do índice, algumas empresas observam baixas relevantes na cotação de suas ações. Entre as maiores baixas estão Azul, Atacadão (antigo Carrefour Brasil) e Assaí. AZUL4 lidera as perdas na sessão de hoje, com baixa dando continuidade à tendência de baixa observada nas companhias aéreas em função dos resultados recentes de um setor que sofre ainda com a retomada da pandemia e com a alta do dólar, que impacta diretamente seus custos mais relevantes.

Já CRFB3 cai hoje também acompanhando o fluxo vendedor no papel, desconfiado que está o mercado com o varejo em geral diante do cenário econômico doméstico de juros persistentemente altos e de um governo pouco preocupado em criar condições para sua redução. ASAI4 opera em baixa sem noticiário específico para a empresa, ou seja, pelos mesmos motivos.

Mesmo com baixo volume de negócios na sessão, algumas ações operam em fortes altas, sendo as principais BRFS3, MRFG3 e YDUQ3. Tanto BRF quanto Marfrig refletem em suas altas o otimismo do mercado com a exportação de proteína brasileira para a China pela recente alta do dólar e por um imbróglio chinês com a União Europeia nesse setor, que pode beneficiar o Brasil. Minerva Foods (BBEF3) e JSB (JBSS3) também sobem hoje pelos mesmos motivos.

Mesmo com baixo volume de negócios na sessão, algumas ações operam em fortes altas, sendo as principais BRFS3, MRFG3 e YDUQ3. Tanto BRF quanto Marfrig refletem em suas altas o otimismo do mercado com a exportação de proteína brasileira para a China pela recente alta do dólar e por um imbróglio chinês com a União Europeia nesse setor, que pode beneficiar o Brasil. Minerva Foods (BBEF3) e JSB (JBSS3) também sobem hoje pelos mesmos motivos.

O dólar opera hoje em estabilidade, em compasso de espera pela divulgação, no final da tarde, da taxa básica de juros. Os juros futuros também operam estáveis diante da ausência de noticiário relevante e da cautela do mercado diante da iminente publicação da Selic.

Confira abaixo os dados de fechamento do Ibovespa e demais índices:

  • Ibovespa: 120.261,34 (+0,53%)
  • Dólar: R$ 5,44 (+0,14%)
  • Euro: R$ 5,84 (+0,21%)
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terça-feira, 18 de junho de 2024

Ibovespa fecha em alta em véspera de Copom

Os investidores repercutiram as falas de Lula questionando a taxa básica de juros ainda alta no Brasil e as duras críticas ao presidente do Banco Central. Além disso, o mercado aguarda a reunião do Copom de amanhã


Nesta terça-feira (18), o Ibovespa fecha sua sessão em alta de 0,41%, aos 119.630,44 pontos.

Os investidores repercutiram as falas de Lula questionando a taxa básica de juros ainda alta no Brasil e as duras críticas ao presidente do Banco Central. Além disso, o mercado aguarda a reunião do Copom de amanhã.

Sobre o Dólar, ele fechou em alta de 0,23%, cotado a R$5,43. A moeda norte-americana reagiu ao discurso dos membros do FED, após um deles falarem que, se conseguirem segurar a inflação, os Estados Unidos podem ter duas quedas de juros nesse ano.

Nos Estados Unidos, os principais índices sobem impactado muito provavelmente pelas commodities, com o petróleo e o minério subindo e os Estados Unidos e S&P fazendo aqui quase a máxima histórica puxada pelas empresas de tecnologia.

Rodrigo Cohen, analista de investimentos e co-fundador da Escola de Investimentos, conversou com o portal da BM&C News e analisou os destaques do pregão de hoje.

Cohen começou falando sua visão sobre o Copom de amanhã. “Na minha opinião, a taxa vai sim se manter inalterada por conta dos dados de inflação que vieram mais altos. Acredito que a decisão não vai ser unânime. Aliás, o ideal é que seja mostrando que todos estão em linha. Mas acredito que não será e isso pode deixar o mercado nervoso no dia seguinte.”

Após esse início, o analista de investimentos destacou as ações no azul de hoje. “Entre as altas, também se destacam empresas do setor de proteína como JBS e BRF, que sobem forte hoje após a China anunciar uma investigação antidumping em relação às importações de carne suína da União Europeia, o que pode beneficiar as companhias daqui.”

Vale lembrar que amanhã às 18h está marcado a Reunião do Copom e o mercado aguarda mais detalhes da nossa política monetária.

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segunda-feira, 17 de junho de 2024

Ibovespa fecha em queda com fiscal brasileiro no radar

O Ibovespa seguiu em queda hoje (17) influenciado por questões fiscais no Brasil que não estão se resolvendo



Segundo análise de Hemelin Mendonça, especialista em mercado de capitais e sócia da AVG Capital, o Ibovespa seguiu em queda hoje influenciado por questões fiscais no Brasil que não estão se resolvendo. O governo tendo um posicionamento desarticulado e embates com o Congresso também fazem com que os investidores fiquem um pouco mais receosos e tendo um menor apetite ao risco. Temos muitos estrangeiros saindo da bolsa, o que também faz com que tenha mais volatilidade nos papeis.

A minha perspectiva para a divulgação do Copom é termos uma decisão um pouco mais conservadora tendo então uma manutenção da taxa por conta das questões fiscais no país que não estão se resolvendo.

Semana passada tivemos uma forte saída de fluxo estrangeiro, bastante aversão a risco na parte do câmbio, dólar subindo, volatilidade maior principalmente relacionada com as questões políticas na França, que imapcta a zona do euro. Teve um fechamento da curva pré na quinta e na sexta, pressionando o câmbio que tem espaço para novos aumentos, também relacionado a otimismo de cortes de juros internacionais e referente a instabilidade no cenário fiscal do Brasil.

As resoluções fiscais do Brasil e questões referentes a arrecadação estão preocupando muito os investidores. Por outro lado, nos EUA, o CPI abaixo do consenso renovou as expectativas de corte de juros nos EUA, levando o S&P 500 e o Nasdaq a novas máximas.

Entre as quedas, temos ações cíclicas como a Cogna, que está sendo pressionada pela inclinação da curva de juros, assim como Locaweb e Assai.

Entre as principais altas na bolsa, temos empresas do setor de agro que se destacam positivamente na bolsa. Um destaque de ação é a sucroalcooleira SMTO3 que subiu devido a um movimento técnico da própria companhia.

Outras altas são de bancos como Itaú, Santander e Bradesco, que se recuperam após quedas da semana passada.

Alguns acontencimentos internacionais dessa semana que podem fazer preço começam na quinta com CPI euro, na quinta decisão de política monetária do Banco da Inglaterra e na sexta CPI do Japão.

Os juros futuros e o dólar subiram fortemente até o meio da semana, antes de establizarem na sexta-feira, após sinais mais positivos de esforços para alcançar o equilíbrio fiscal no país. A decisão do COPOM nessa semana está sendo o evento mais aguardado para novas projeções.

Confira os dados de fechamento do ibovespa e demais índices

  • Ibovespa: 119.137,86 (-0,44%)
  • S&P 500: 5.473,31 (+0,77%)
  • Nasdaq: 17.857,02 (+0,95%)
  • Dow Jones: 38.778,56 (+0,49%)
  • Dólar: R$ 5,42 (+0,74%)
  • Euro: R$ 5,81 (+1,01%)
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sexta-feira, 14 de junho de 2024

Ibovespa fecha em leve alta puxada pelo arcabouço fiscal e exterior

Os investidores não estão totalmente convencidos do Planejamento sobre o arcabouço fiscal, enquanto no exterior, incertezas continuam com o rumo dos juros nos EUA



Nesta sexta-feira (14), o Ibovespa operou com muita volatilidade e encerrou sua sessão em alta de 0,08%, em 119.662,38 pontos. Mesmo com a alta, o índice brasileiro não passou dos 120 mil pontos.

Os investidores não estão totalmente convencidos do Planejamento sobre o arcabouço fiscal, enquanto no exterior, incertezas continuam com o rumo dos juros nos EUA, porém o índice conseguiu avançar.

O ministro Fernando Haddad discursou hoje e disse que gasto primário, gasto tributário e gasto financeiro precisam ser revistos e quanto mais estiverem caindo, melhor será para o país. A fala agradou o mercado aliviando os ânimos.

Nos Estados Unidos, falas mais duras do Fed sobre possivelmente a inflação não atingir a meta de 2% antes de 2026 azedaram o humor das bolsas no exterior.

Assim, os índices em Wall Street terminaram seu último dia da semana de forma mista, com a Nasdaq renovando o seu recorde de fechamento pelo quinta dia seguido.

Além disso, Dólar terminou em alta de 0,25% cotado à R$ 5,38. A moeda foi puxada principalmente após Powell comentar que ainda teremos duas quedas previstas de juros nos EUA mesmo com o mercado aquecido.

Rodrigo Cohen, analista de investimentos e co-fundador da Escola de Investimentos, conversou com o portal da BM&C News e destacou os principais pontos do pregão de hoje.

Entre as altas de hoje, Cohen destacou as ações de setores cíclicos e consumo, que segundo ele vinham sofrendo bem nos últimos dias com uma expectativa de juros altos por mais tempo aqui. Entre elas, temos MRV, Eztec, Petz, Lojas Renner, Arezzo e Magalu.

No lado negativo, a Embraer, que de acordo com o analista acaba sendo impactada pela queda do dólar.

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quinta-feira, 13 de junho de 2024

Ibovespa oscilou e fechou em baixa com Haddad e dados americanos no foco

 O Ibovespa enfrenta um dia de oscilação, tentando se manter na casa dos 120 mil pontos em meio a um cenário de elevada incerteza fiscal. Além disso, dados americanos também foram o alvo internacional



Nesta quinta-feira (13), o Ibovespa ficou entre altas e baixas e terminou o seu dia em baixa de 0,31%, aos 119.567,53 pontos.

O Ibovespa enfrenta um dia de oscilação, tentando se manter na casa dos 120 mil pontos em meio a um cenário de elevada incerteza fiscal. Além disso, dados americanos também foram o alvo internacional.

A instabilidade no mercado doméstico reflete as pressões sobre o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e a capacidade do governo de cumprir as metas do arcabouço fiscal, que têm perdido credibilidade com mudanças recentes e dificuldades na aprovação de medidas de aumento de arrecadação no Congresso.

Jaqueline Kist, especialista em mercado de capitais e sócia da Matriz Capital, conversou hoje com o portal da BM&C News e analisou o pregão de hoje do Ibovespa, falando sobre o índice e também as principais ações.

Kist começou falando que no pregão de hoje, o índice abriu em queda, refletindo as tensões elevadas do cenário fiscal. Contudo, ao longo do dia, o mercado tem mostrado uma recuperação, operando de lado conforme novas informações surgem. Fernando Haddad reuniu-se com a equipe econômica e anunciou uma revisão “ampla, geral e irrestrita” nas despesas, atendendo às demandas do mercado por um ajuste mais focado na contenção de gastos, além das medidas de aumento de arrecadação. Simultaneamente, o Senado anunciou que está preparando um novo projeto para compensação das receitas da desoneração.

Para a especialista em mercado de capitais, entre as ações que mais se destacaram hoje, a RAIZ4 lidera as altas com um crescimento de 5%, recuperando-se da queda acentuada de ontem ao atingir uma zona de suporte no gráfico de preços. BRKM5 também apresentou recuperação significativa, figurando como a segunda maior alta do dia.

Já dos lados das baixas, B3SA3 registrou a maior queda, com uma desvalorização de 2,5% na sessão. Em termos de volume de negociação, PETR4 ficou à frente, seguida por VALE3 e depois pela própria B3SA3.

Nos Estados Unidos, os mercado fecharam o seu dia de forma mista, com os investidores não se empolgando tanto com a deflação inesperada no índice de preços ao produtor de maio (PPI).

Por fim, o dólar fechou em baixa de 0,70%, cotado a R$5,36. A moeda norte-americana registrou uma cotação máxima de R$ 5,41 e mínima de R$ 5,36.

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quarta-feira, 12 de junho de 2024

Ibovespa fecha em queda e perde os 120 mil pontos

Crescente de efeitos negativos em relação ao desgaste público, principalmente de Fernando Haddad afetaram o Ibovespa hoje



Segundo a análise de Christian Iarussi, especialista em mercado de capitais e sócio da The Hill Capital, nós estamos acompanhando basicamente uma crescente de efeitos negativos em relação ao desgaste público, principalmente do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Isso, por consequência, acabou afastando a nossa bolsa em relação às bolsas internacionais. Então por aqui nós tivemos um dia mais de aversão a risco.

Quando a gente olha a curva de juros também, tivemos uma leve abertura na inclinação da curva por completo. E isso acaba preocupando, de certa forma, quando a gente olha o fiscal e mercados de capitais, principalmente quando a gente tem uma dependência de fluxo estrangeiro. Estamos próximos de 40 bi de fluxo negativo de investidor estrangeiro. Acho que a gente tinha um cenário mais positivo e as coisas vêm mudando cada vez mais. Com isso, não me parece que o investidor estrangeiro quer comprar esse risco no momento.

Hoje a gente teve um tom mais positivo em relação à inflação lá fora, mas o mercado fica preocupado, o estrangeiro depende de um diferencial de juros para tirar o risco dele do juro americano e colocar em ativos emergentes. Acho que o Fed está sendo mais cauteloso em relação a corte de juros, basicamente os Fed Boys vem reforçando a importância de ver de fato dados positivos que realmente a economia, a inflação está sendo mais controlada, que os empregos estão, de certa forma, sendo reduzidos sem uma recessão, sem precisar de uma recessão mais forte, mas a gente está realmente no descolamento. Então, nosso problema hoje está muito mais no fiscal do que em relação ao FED. Claro, tem uma interferência, mas acho que hoje o foco é fiscal.

Ontem o Senado devolveu a medida provisória do governo para restringir o uso de crédito tributário por parte das empresas. A devolução acaba representando uma derrota para o Haddad, que propôs a medida como basicamente uma compensação à desoneração da folha de pagamentos. E basicamente isso acaba levando a uma desconfiança dos investidores de maneira geral com uma incerteza em relação ao conflito de gastos. Eu acho que não é muito o que o investidor e nem o mercado está querendo ver. Acho que a gente já viu isso no passado. Isso não traz boas lembranças. Então, basicamente, a gente tende a ver uma fuga de capital.

Mas tivemos algumas empresas performando de maneira positiva hoje. MRV liderando a alta de Ibovespa deixando um pouquinho de lado o reflexo que os juros acabam trazendo no setor de construção. A gente acredita que tem um tom mais positivo de recuperação no setor. A gente viu dados de inflação americana baixo, isso traz um tom positivo e pode trazer uma flexibilização monetária também aqui no Brasil. Isso acabou tirando um pouquinho o temor em relação à construção e o papel acabou performando no positivo. Lembrando que MRV vem de uma forte realização.

Embraer também operando em alta basicamente por um avanço do câmbio e uma demanda bem positiva. Acho que além da alta do dólar que traz uma pressão mais positiva para companhias exportadoras, a Embraer acaba se beneficiando nesse cenário positivo, principalmente em relação à demanda de aeronaves. A empresa vem demonstrando uma boa trajetória, com uma forte lista de novos pedidos e contratos e cada vez mais ela vem trazendo bons resultados.

Gerdau também subindo em benefício da receita dolarizada. Quando a gente olha sua receita, basicamente 50% vem dos Estados Unidos. A empresa acaba tendo um valuation bem interessante. Se a gente olhar um pouquinho aí nos dias anteriores, a gente viu que a ação acabou sofrendo um pouco mesmo com o preço do minério de ferro em alta. Então a gente acredita que tem um upside e o mercado acabou aproveitando essa janela de oportunidade.

Entre as quedas, temos ativos que são mais sensíveis aos juros como Magalu. Cogna caindo também, prejudicada ainda pela repercussão da
notícia de que o ministro da Educação suspendeu a criação de novos cursos de graduação à distância. Então, basicamente, Cogna e Yduqs acabam sentindo bastante. No caso de 3R, basicamente um reflexo da redução dos ganhos do petróleo. A gente viu também o mercado refletindo um pouco dos dados que saíram hoje. A gente viu um resultado da produção do mês de maio um pouco abaixo em relação a abril.

Então, de maneira geral, basicamente o câmbio e os juros são bem afetados aqui, principalmente pelo ruído fiscal, mas a gente viu também o peso mexicano se fortalecendo, que acaba sendo um reflexo aí da incerteza fiscal em relação à inflação também. Um ponto também que a gente tem que destacar é que logo pela manhã a gente viu tanto o dólar quanto a bolsa reagindo de uma maneira mais positiva. Então, quando saiu dados de CPI, tanto o câmbio acabou realizando, trabalhando de uma forma mais negativa, e a bolsa positiva. Então, em relação a câmbio e juros, a gente teve um drive positivo, principalmente em relação à inflação, porém, o fiscal acabou penalizando o nosso dia. Então, a gente teve essa inversão forte justamente pelos riscos fiscais que a gente vem acompanhando.

Confira aqui os dados de fechamento do Ibovespa e demais índices

  • Ibovespa: 119.936,02 (-1,40%)
  • S&P 500: 5.420,96 (+0,85%)
  • Nasdaq: 17.608,44 (+1,53%)
  • Dow Jones: 38.712,21 (-0,09%)
  • Dólar: R$ 5,40 (+0,86%)
  • Euro: R$ 5,84 (+1,46%)
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segunda-feira, 10 de junho de 2024

Ibovespa fecha estável com IPCA e CPI no radar

A semana começou com alta tímida do Ibovespa com investidores monitorando a divulgação de dados importantes como o IPCA e o CPI



Segundo a análise de Fabio Louzada, economista, planejador financeiro CFP®️ e fundador da Eu me banco, que capacita e forma profissionais para atuação na área de investimentos, a semana começou com alta tímida do Ibovespa com investidores monitorando a divulgação de dados importantes como o IPCA e o CPI.

Entre as altas do dia temos papeis ligados a commodities como Petrobras e PetroRio subindo seguindo a alta do petróleo lá fora, que se recupera após fortes perdas na última semana. Vale também sobe acompanhando o otimismo com a commoditie.

Já entre as quedas, se destacam papeis ligados ao varejo como Soma, Arezzo, Lojas Renner, Carrefour e Vivara refletindo o receio do mercado com dados de IPCA que sairão amanhã e juros futuros em alta. Caso a inflação venha acima do esperado, ficará mais difícil termos uma queda maior de juros por aqui, o que prejudica os papeis ligados ao consumo.

Além disso, tivemos o Boletim Focus trazendo uma expectativa de elevação do IPCA para este ano de 3,88% para 3,90% com a inflação de 2025 também avançando de 3,77% para 3,78%. A projeção para a Selic continuou em 10,25% para 2024. Com uma inflação mais alta, podemos esperar juros altos também para controlar a inflação, o que não ajuda os papeis do setor.

Dólar sobe refletindo o cenário de aversão a risco e falas de Haddad da últiam sexta-feira que não foram bem recebidas pelo mercado.

Confira o fechamento do Ibovespa e demais índices

  • Ibovespa: 120.759,51 (-0,01%)
  • S&P 500: 5.360,89 (+0,26%)
  • Nasdaq: 17.192,53 (+0,35%)
  • Dow Jones: 38.868,17 (+0,18%)
  • Dólar: R$ 5,35 (+0,60%)
  • Euro: R$ 5,76 (+0,26%)
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sexta-feira, 7 de junho de 2024

Ibovespa fecha em queda de 1,7% e dólar é negociado acima de R$ 5,30

O mercado está incerto sobre quando o Federal Reserve reduzirá os juros na maior economia do mundo



O Ibovespa fechou em queda nesta sexta-feira (07), após dados do mercado de trabalho norte-americano mostrarem que a atividade nos Estados Unidos continua aquecida. Tudo isso, adicionou incertezas sobre quando o Federal Reserve reduzirá os juros na maior economia do mundo.


O Ibovespa caiu 1,73%, a 120.767,19 pontos, de acordo com dados preliminares, retomando o viés de baixa após a trégua na véspera, quando avançou mais de 1% depois de seis quedas seguidas. Com tal desempenho, o acumulado da semana mostrou um declínio de 1,07%.


Na máxima do dia, o Ibovespa marcou 122.898,80 pontos. Na mínima, registrou 120.679,06 pontos. O volume financeiro no pregão somava R$ 19,9 bilhões antes dos ajustes finais, novamente abaixo da média diária do ano, de R$ 23,77 bilhões.


O dólar à vista fechou a sexta-feira em forte alta ante o real, acima dos R$ 5,30, com as cotações reagindo ao avanço firme da moeda norte-americana no exterior, após dados do mercado de trabalho dos EUA sugerirem que o Federal Reserve fará apenas um corte de juros em 2024, e em meio ao desconforto dos investidores com a área fiscal no Brasil.


O dólar à vista encerrou o dia cotado a R$ 5,3247 na venda, em alta de 1,42%. Este é o maior valor de fechamento desde 5 de janeiro de 2023, quando a moeda foi cotada a R$ 5,3527. Na semana, a moeda acumulou elevação de 1,40%.


Às 17h21, na B3 o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 1,25%, a R$ 5,336 na venda.

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